sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Blogueiro

O curso me estimulou a colocar para frente a idéia de entrar no "mundo dos blogs". Não vou continuar escrevendo por aqui porque acredito que este espaço tem uma idéia e propósitos diferentes, mais voltados mesmo para o curso de Jornalismo 2.0. Então, desde ontem, coloquei no ar meu blog Repórter Todo Dia. A idéia dele é ser um espaço para debater o jornalismo voltado, principalmente, para estudantes e "focas". Talvez seja resquício de uma coisa que "meus estagiários" da Secretaria de Saúde sempre me disseram: você deveria ser professor. Como acho que não sou tão experiente assim para ficar "dando aula" de como ser repórter, quero que seja um blog de troca de experiências. Espero ir aperfeiçoando a idéia aos poucos e melhorando o trabalho.

domingo, 12 de outubro de 2008

Uma Cybershot na mão, uma idéia...

Aos 45 minutos, consegui terminar meu vídeo. Poderia ser melhor, mas a experiência valeu. Aliás, não só essa, mas de todo o curso. Quando publiquei essa postagem, o vídeo ainda não aparecia. Parece que o YouTube precisa de um tempo para disponibilizar o vídeo, embora ele diga no site que o arquivo foi enviado. Bom, quando ele aparecer, espero que gostem do vídeo. (Atualização às 7h40 de 13/10: Vovó dizia que apressado come cru. Na pressa, acabei não vendo que, na verdade, eu estava postando no YouTube o arquivo do "projeto" do Windows MovieMaker. Acho que, por isso, o vídeo não aparecia)

Bom, como eu já havia colocado em um post anterior, o tema do documentário (Parque das Dunas) foi escolhido primeiramente porque era acessível e rápido de fazer. Pude filmar tudo em um só lugar, sem dificuldades. Outro motivo é que freqüento bastante este espaço da minha cidade e o acho fantástico, um patrimônio único de Natal e do Rio Grande do Norte com uma filosofia ecológica perfeita para um mundo onde a máquina e a fumaça parecem ter tomado conta.

Durante a produção, tive alguns "probleminhas" técnicos, mas deu para superar. Um deles foi o fato do microfone do meu computador estar com algum defeito e o áudio ficava muito baixo. Tentei ajustar no Audacity, mas acho que acabei colocando um pouco de reverberação demais no arquivo que não ficou com um som agradável ao ouvido. Porém, acho que a maior dificuldade para mim foi encontrar a linguagem do documentário. Não entendi muito bem a tal narrativa "linear", mas tentei fazer seguindo até mesmo o exemplo de outros colegas que haviam postado antes de mim.

O MovieMaker é um programa bastante fácil de usar. Não tive dificuldades. Vou fazer outras experiências por conta própria e tentar novas edições para ir treinando.


Roteiro

Não sei se é assim que se faz em um trabalho profissional. Tentei fazer o roteiro com base nas orientações básicas de como construí-lo. Acho que, de uma forma geral, ficou bom.

Roteiro

Seqüência 1 (História) – Exibir imagens da entrada do Bosque dos Namorados e internas do Parque das Dunas. As imagens devem mostrar a movimentação no parque (crianças brincando, pessoas utilizando o anfiteatro, conhecendo os espaços, praticando exercícios). Mostrar também a placa de inauguração no Centro de Visitantes. Além disso, é preciso intercalar com fotos aéreas do parque, mostrando sua extensão. (Tempo máx: 1 min).

Seqüência 2 (Importância – primeira parte) – Imagens gerais do parque, mostrando a grande quantidade de árvores existentes e como a cobertura vegetal está em harmonia com a presença dos visitantes. (Tempo máximo: 30 seg)

Seqüência 3 (Bosque dos Namorados) – Imagens da escultura de “Etevaldo”, mostrando os dois namorados. Mostrar crianças visitando o parque e pessoas caminhando, correndo, alongando. Mostrar diversas áreas do Bosque citadas no OFF. Incluir no final as imagens da “Folha das Artes” e “Anfiteatro”. Encerrar a seqüência com imagem e áudio da apresentação dos mamulengos no Dia das Crianças (Tempo máximo: 1 min 30 seg).

Seqüência 4 (Composição do parque – Fauna e Flora) – Mostrar imagens do centro de visitantes com os animais empalhados e representantes da fauna e flora (Tempo máximo: 1 minuto).

Seqüência 5 (Serviço e crédito) – Endereço e telefone do parque, créditos do documentário, créditos do BG e fotos (Tempo máximo: 30 seg).

Conteúdos informativos:
· Texto do OFF produzido com base em material retirado do site do Parque das Dunas e entrevistas;
· Fotos do Parque das Dunas extraídas do Flirck (das fotógrafas Adelle Nogueira e Sônia Furtado) e de divulgação;
· Música instrumental: “Passaredo” de Chico Buarque. Usada para o BG.

Sinopse

Depois de quase uma semana pensando em um idéia que fosse rápida e prática (já que não teria tempo de ir em mais de um local nem como fazer imagens durante a semana), escolhi o tema para o meu documentário: o Parque das Dunas de Natal. Mesmo tendo agendado com a coordenadora do espaço para fazer as imagens no sábado, enfrentei alguns problemas de ordem "técnica". A primeira foi a ausência da responsável pela unidade - a principal entrevistada - além da realização de eventos da Semana da Criança neste fim de semana. Por esse motivo, o Bosque dos Namorados estava lotado, com muito barulho o que dificultou algumas idéias iniciais como gravar o "som da mata". Além disso, as entrevistas externas ficaram com o áudio péssimo (tive que descartá-las). O resultado é que tive que mudar e adaptar todo o roteiro e storyboard. Bom, apesar do trabalho, consegui adiantar muita coisa. Segue a sinopse:

O documentário tem por objetivo apresentar o Parque Estadual Dunas do Natal, ao público. A idéia é que o vídeo sirva de guia para os turistas ou até potiguares que ainda não conhecem o espaço que é uma área remanescente de Mata Atlântica encravada na zona urbana da capital do Rio Grande do Norte. Vamos abordar, principalmente, a área de uso público do Parque: o Bosque dos Namorados. Neste espaço são desenvolvidas atividades voltadas para educação ecológica e preservação do meio ambiente.

Tá chegando a hora...

Estou "penando" para finalizar meu documentário. O MovieMaker é um programa bem simples de usar, mas acho que a pressão de perfeccionismo acabou me levando a tentar fazer algo produzido demais. Resolvi postar alguma coisa enquanto descanso um pouco a cabeça para voltar a editar o vídeo. A experiência é totalmente nova para mim: nunca testei a linguagem do vídeo (que une texto e imagem). Bom, serviu de aprendizado. Enquanto isso, acho que vou fazer um post com meu roteiro e sinopse. Não lembro de terem pedido isso no exercício, mas acho que pode ser interessante para alguns colegas que, como eu, estejam tendo dificuldade para terminar o trabalho.

sábado, 4 de outubro de 2008

Exercício 5 - Notícia em áudio

Não tive nenhuma dificuldade para usar o Audacity. Ele é bem simples mesmo! O único percalço foi conseguir que a gravação ficasse com um áudio bom. O microfone do meu computador não está captando muito bem e achei que o som ficou baixo, embora eu estivesse praticamente gritando para todo o condomínio. Bom, mas de uma maneira geral, acho que foi um bom exercício. Valeu como experiência já que estou acostumado à linguagem escrita e, falei poucas vezes no rádio. Ainda mais em um tom tão informal quanto pedem os podcasts. Vou tentar postar o áudio aqui olhando as dicas que têm no fórum do curso.

(Atualização às 21h03: Depois de muito tentar, finalmente consegui descobrir como publicar o podcast aqui no blog. Ufa! Já tinha até pedido ajuda ao Claylson Martins. Mas, graças à Nossa Senhora da Web, acabei achando o bendito link que precisava para postar no blog)









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Exercício 7 - Transtornos da Avenida Ayrton Senna


Quem passa diariamente pela Avenida Ayrton Senna, uma das principais da Zona Sul de Natal, já se deparou com o transtorno que uma obra de recuperação da drenagem está causando. O serviço - realizado pela Caern, companhia de abastecimento de água do estado - foi iniciado há cerca de dois meses, mas ainda não foi concluído. O resultado é que a faixa da esquerda da maior parte da via está interditada. Embora a maioria das valas já tenha sido fechada, o transtorno continua porque o calçamento e asfaltamento ainda não foram recuperados. O resultado é lentidão no trânsito e riscos para motoristas e pedestres.
A obra se inicia ainda no bairro de Neópolis e segue por um trecho de quase dez quilômetros da Ayrton Senna. Deste modo, ela passa pelos conjuntos seguintes: Pirangi, Serrambi e chega à região de Nova Parnamirim, área da jurisdição do município vizinho. Os buracos abertos estão mal sinalizados e o perigo aumenta à noite quando a iluminação precária dos postes não ajuda a melhorar a visibilidade das crateras.

"Essa é uma rua movimentada, mas dificilmente temos engarrafamentos. Só que agora, os carros andam muito devagar e, nos horários que as pessoas estão voltando para casa, fica praticamente intransitável", reclama o comerciante Francisco José de Souza, 43, que mora nas proximidades. Diariamente, ele utiliza a Ayrton Senna para retornar para casa. Para evitar transtornos, ele está usando vias secundárias do bairro. Mesmo assim, diz que não consegue fugir do fluxo mais intenso de veículos. "Todo mundo tem a mesma idéia e acaba ficando tudo tumultuado", conta.


Um dos trechos fica próximo ao 10º Distrito Policial, no mesmo prédio onde funciona a Delegacia de Plantão da Zona Sul que atende as ocorrências dessa região a partir das 18h. Para os motoristas desavisados, o perigo é maior, segundo alguns agentes da delegacia. Eles preferiram não se identificar mas contam que já cansaram de socorrer pneus furados, derrapagens e até mesmo um acidente provocado porque um motorista perdeu o controle do veículo depois que a roda bateu em alta velocidade em um dos buracos.

O encanamento deixado às margens da avenida deixa bem claro: a obra vai continuar. Bom, o problema dos buracos e o transtorno das obras em Natal não é mais novidade para quem circula pela cidade. E não é exclusividade também da capital potiguar. Todo mundo já passou por algo assim. Se você já passou por uma situação semelhante, conte sua história deixando um comentário.


Nota do blog: Aqui já vai minha auto-crítica ao próprio trabalho. Acostumado a fazer minhas reportagens com um fotógrafo, "esqueci" de que era necessário fotografar meus personagens. Acabei perdendo a foto e não achei interessante pedir ao entrevistado que "fizesse pose". Mas como percebo que é algo fundamental, vou pensar melhor em como resolver isso da próxima vez. Além disso, ainda não encontrei a linguagem do blog. O texto ainda está com cara de reportagem formal.