sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Blogueiro
domingo, 12 de outubro de 2008
Uma Cybershot na mão, uma idéia...
Bom, como eu já havia colocado em um post anterior, o tema do documentário (Parque das Dunas) foi escolhido primeiramente porque era acessível e rápido de fazer. Pude filmar tudo em um só lugar, sem dificuldades. Outro motivo é que freqüento bastante este espaço da minha cidade e o acho fantástico, um patrimônio único de Natal e do Rio Grande do Norte com uma filosofia ecológica perfeita para um mundo onde a máquina e a fumaça parecem ter tomado conta.
Durante a produção, tive alguns "probleminhas" técnicos, mas deu para superar. Um deles foi o fato do microfone do meu computador estar com algum defeito e o áudio ficava muito baixo. Tentei ajustar no Audacity, mas acho que acabei colocando um pouco de reverberação demais no arquivo que não ficou com um som agradável ao ouvido. Porém, acho que a maior dificuldade para mim foi encontrar a linguagem do documentário. Não entendi muito bem a tal narrativa "linear", mas tentei fazer seguindo até mesmo o exemplo de outros colegas que haviam postado antes de mim.
O MovieMaker é um programa bastante fácil de usar. Não tive dificuldades. Vou fazer outras experiências por conta própria e tentar novas edições para ir treinando.
Roteiro
Não sei se é assim que se faz em um trabalho profissional. Tentei fazer o roteiro com base nas orientações básicas de como construí-lo. Acho que, de uma forma geral, ficou bom.
Roteiro
Seqüência 1 (História) – Exibir imagens da entrada do Bosque dos Namorados e internas do Parque das Dunas. As imagens devem mostrar a movimentação no parque (crianças brincando, pessoas utilizando o anfiteatro, conhecendo os espaços, praticando exercícios). Mostrar também a placa de inauguração no Centro de Visitantes. Além disso, é preciso intercalar com fotos aéreas do parque, mostrando sua extensão. (Tempo máx: 1 min).
Seqüência 2 (Importância – primeira parte) – Imagens gerais do parque, mostrando a grande quantidade de árvores existentes e como a cobertura vegetal está em harmonia com a presença dos visitantes. (Tempo máximo: 30 seg)
Seqüência 3 (Bosque dos Namorados) – Imagens da escultura de “Etevaldo”, mostrando os dois namorados. Mostrar crianças visitando o parque e pessoas caminhando, correndo, alongando. Mostrar diversas áreas do Bosque citadas no OFF. Incluir no final as imagens da “Folha das Artes” e “Anfiteatro”. Encerrar a seqüência com imagem e áudio da apresentação dos mamulengos no Dia das Crianças (Tempo máximo: 1 min 30 seg).
Seqüência 4 (Composição do parque – Fauna e Flora) – Mostrar imagens do centro de visitantes com os animais empalhados e representantes da fauna e flora (Tempo máximo: 1 minuto).
Seqüência 5 (Serviço e crédito) – Endereço e telefone do parque, créditos do documentário, créditos do BG e fotos (Tempo máximo: 30 seg).
Conteúdos informativos:
· Texto do OFF produzido com base em material retirado do site do Parque das Dunas e entrevistas;
· Fotos do Parque das Dunas extraídas do Flirck (das fotógrafas Adelle Nogueira e Sônia Furtado) e de divulgação;
· Música instrumental: “Passaredo” de Chico Buarque. Usada para o BG.
Sinopse
O documentário tem por objetivo apresentar o Parque Estadual Dunas do Natal, ao público. A idéia é que o vídeo sirva de guia para os turistas ou até potiguares que ainda não conhecem o espaço que é uma área remanescente de Mata Atlântica encravada na zona urbana da capital do Rio Grande do Norte. Vamos abordar, principalmente, a área de uso público do Parque: o Bosque dos Namorados. Neste espaço são desenvolvidas atividades voltadas para educação ecológica e preservação do meio ambiente.
Tá chegando a hora...
sábado, 4 de outubro de 2008
Exercício 5 - Notícia em áudio
(Atualização às 21h03: Depois de muito tentar, finalmente consegui descobrir como publicar o podcast aqui no blog. Ufa! Já tinha até pedido ajuda ao Claylson Martins. Mas, graças à Nossa Senhora da Web, acabei achando o bendito link que precisava para postar no blog)
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Exercício 7 - Transtornos da Avenida Ayrton Senna

"Essa é uma rua movimentada, mas dificilmente temos engarrafamentos. Só que agora, os carros andam muito devagar e, nos horários que as pessoas estão voltando para casa, fica praticamente intransitável", reclama o comerciante Francisco José de Souza, 43, que mora nas proximidades. Diariamente, ele utiliza a Ayrton Senna para retornar para casa. Para evitar transtornos, ele está usando vias secundárias do bairro. Mesmo assim, diz que não consegue fugir do fluxo mais intenso de veículos. "Todo mundo tem a mesma idéia e acaba ficando tudo tumultuado", conta.
Um dos trechos fica próximo ao 10º Distrito Policial, no mesmo prédio onde funciona a Delegacia de Plantão da Zona Sul que atende as ocorrências dessa região a partir das 18h. Para os motoristas desavisados, o perigo é maior, segundo alguns agentes da delegacia. Eles preferiram não se identificar mas contam que já cansaram de socorrer pneus furados, derrapagens e até mesmo um acidente provocado porque um motorista perdeu o controle do veículo depois que a roda bateu em alta velocidade em um dos buracos. Exercício 6 - Editando com o IrfanView
Depois de um certo "susto", quando encarei o programa de frente, não tive nenhuma dificuldade em editar as fotos com o IrfanView. Na verdade, ele se mostrou bem mais simples e prático do que o Photoshop que estou acostumado a utilizar para edição de imagens. Além, claro, de ser muito mais leve, permitindo que eu continue com várias janelas abertas sem travar o computador ou deixar os trabalhos mais lentos. quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Contra o tempo...
domingo, 21 de setembro de 2008
Buscas na Web - avaliação

Surpreendentemente, o site de buscas mais popular do mundo não forneceu os melhores resultados para o termo "cura do stress". O que melhor deles seria o quinto que faz referência ao blog Palávoras. Nele, a autora publica uma matéria com dicas de saúde e psicologia.
Este buscador mostrou-se mais eficiente que o Google. O primeiro resultado já é uma coincidência: o blog Pópulo (que aparece com quarto da lista do Google). Porém, esse resultado tem pouca base científica, se referindo a uma seqüência de fotos com mensagens para "curar o stress". Mesmo assim, o Yahoo! traz um dos melhores resultados dos oito endereços de pesquisa propostos: a apresentação de Power Point intitulada "Estresse Produtivo". A análise é mais científica e apareceu como o resultado 2.
Este site reproduziu exatamente os mesmos resultados que o Yahoo!, sem alterar nem mesmo a ordem de aparição.
Os resultados são todos coincidências de sites pesquisados anteriormente. Os blogs Palávoras(resultados 1 e 2) e Pópulo (resultados 4 e 5) voltam a aparecer. Outra repetição é a referência ao blog de Leo Correa que postou uma análise semelhante a esta que o exercício do curso de Jornalismo 2.0 se propõe.
Foi um dos menos eficientes na busca. Repetiu os seguintes resultados: Lixo tipo especial (que apareceu no Google); Itaoca Pousada Camping (Yahoo! e Altavista). Trouxe outras opções que tinham pouca ou nenhuma informação. É o caso do blog Sandino que apenas traz o termo "cura do stress" em sua descrição e o Odir - diretório de sites que mostrou uma lista com resultados de busca. Porém, é o Clusty que traz o primeiro resultado referindo-se exatamente ao exercício de uma turma anterior de Jornalismo 2.0. Ele se refere ao Pod Bean, mas traz o link para o post de uma ex-aluna relatando a atividade e as dificuldades.
O primeiro, segundo e quarto resultados são referências blogs criado para o curso de Jornalismo 2.0 (Luiz Valério Weblog, Bonilha e Modernidade Líquida, respectivamente). Ele também repete a Pousada Itaoca (do Yahoo!, Altavista e Clusty), mas traz um resultado totalmente diferente e único. Trata-se do site Instituto Qualidade de Vida com um artigo médico sobre o stress.
O primeiro resultado é uma animação do YouTube sem nenhuma relação com "cura do stress". Os blogs Palávoras, Leo Correa e Pópulo se repetem no 2º, 3º e 5º resultados. Ele também remete a um site que não foi possível de acessar cujo link é http://kijko.net/1098/
Com certeza é o pior site para quem não tem conhecimento de inglês. Por outro lado, é o que apresenta mais artigos médicos sobre o tema. Ele ainda traz como coincidência a animação do YouTube no quarto resultado.
Avaliação do sistema RSS
Porém, a maior dificuldade nos três dias foi, e ainda é, configurar o programa. Acredito que ainda não consegui me familiarizar com a interface e os recursos disponíveis. O primeiro site escolhido foi o portal do Ministério do Trabalho e Emprego por se tratar de um endereço que visito muito em virtude do trabalho na editoria de Economia. Acabei me empolgando e incluí outros sites que visito diariamente. Porém, de início, chegavam muitas atualizações, a cada minuto. Isso só foi resolvido depois que descobri que posso escolher de quanto em quanto tempo quero receber as notícias. Só no último dia de uso comecei a perceber o que seriam os “feeds” e como eles poderiam ajudar a direcionar melhor o que quero receber e em quais assuntos, filtrando mais as minhas escolhas.
Apesar das dificuldades para aprender a manuseá-lo, o sistema RSS com certeza será útil para agilizar o trabalho e ajudar a alertar sobre novos assuntos.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
Web 2.0 – mais poder para o usuário
Os que criticam o conceito dizem que ele foi criado como algo para torná-la mais lucrativa. Para eles, o que sempre existiu foi a web, pura e simples. As revoluções seriam fatores naturais da evolução tecnológica. Os detractores explicam que a idéia de uma nova web daria a impressão de que existiu algo antes que não era web.
Para entender melhor o funcionamento da "nova versão" da Web é preciso compreender o funcionamento do 1.0. Por isso, os especialistas seguem para exemplos práticos de comparar recursos existentes em uma e na outra. Um dos mais simples é a Enciclopédia Brittanica Online, sistema característico da Web 1.0 e que é considerado uma publicação de referência mundial com textos confiáveis. Na 2.0., temos a Wikipédia definida como enciclopédia livre e onde o conteúdo é editado e atualizado pela contribuição dos próprios usuários.
Mas a grande atração da nova internet é justamente a possibilidade que os internautas têm (e que cresce cada vez mais) de interagir com os conteúdos, organizar seus dados e deixar tudo com a "sua cara". "A grande vantagem da Web 2.0 é justamente essa: mais poder para o usuário. Ele agora é peça-chave na geração de conteúdo, pode remixar o conteúdo gerado por outros usuários, pode classificar informações como quiser, pode interagir com interfaces mais inteligentes e etc", afirma o editor do blog Usabilidoido, Frederick van Amastel em entrevista à Revista Webdesign.
Com as mudanças, os usuários deixam também de lado a visão de taxonomia da Web 1.0. Nela, as informações são armazenadas em categorias e subcategorias, como as pastas de arquivos de um computador. Porém, neste formato a busca por dados e sua ligação com outros assuntos se torna mais difícil. Na Web 2.0, surge o conceito de "folksonomia" onde as tags representam várias formas de descrever um mesmo assunto, facilitando a identificação das informações porque expressa várias relações que podem existir para explicá-la.

